Classe, objeto e a filosofia

Vem comigo e dá uma olhada nessa introdução:

Desde Platão e Aristóteles, é habitual em filosofia fazer a distinção entre coisas individuais e suas propriedades e atributos. Podemos distinguir, por exemplo, entre um indivíduo e seu peso, altura, cor do cabelo etc. Mas o que é mais fundamentalmente real: as coisas individuais ou seus atributos? Ou nada disso?

Platão adotou a visão “nada disso”. Ele argumentou que as coisas fundamentalmente reais são aquilo que chamou de “formas”: tipos de coisas ideais, eternas, imutáveis, que existem fora do mundo da experiência. As coisas cotidianas do mundo da experiência têm um grau menor de realidade: são apenas na medida em que “participam” das formas.

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