A quimera da mentira

Minha virtude foi reforçada pela mesma coisa com que o ataque; convêm-lhes ser mostrada e posta à prova; nada compreende o grande que é melhor que aqueles que sentiram suas forças ao combate-la; nada conhece melhor a dureza da pederneira que aqueles que o golpeiam. Mostro-me como uma rocha solta no meio do mar agitado, que as ondas não deixam de açoitar por qualquer lado que se movam. E não que por ele se comovem nem a desgastam enquanto séculos de contínuos embates. Assalta, acomete:  os vencerá resistindo.

(De Vita Beata, XXVII) – e noutro lugar: “A filosofia é o estudo da virtude, porém pela própria virtude mesmo”. (Epst, LXXXIX).

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Qualidade? E agora?

E aí, será que agimos com qualidade o tempo todo?

O que o olhos não veem o coração não sente, não é? E no trabalho quando o chefe não vê a gente procrastinando? Também vale? Hehe…

Ser perfeito nas obrigações do dia-a-dia é praticamente impossível, mas isso não nos impede de sempre procurarmos fazer o melhor.

Semana passada no trabalho eu tive uma situação bastante complicada para resolver. Pensei em N maneiras diferentes de “matar” um problema com a implementação de uma rotina… Cheguei em duas conclusões corriqueiras: Rápido e porco ou demorado e dentro dos padrões (design patterns).

Abstrai o problema e tentei mudar a minha perspectiva de visão das coisas: O que faz de mim o que eu sou? As minhas ações! Sou responsável por elas.

Optei por demorar um pouco mais na resolução do problema e fazer da maneira correta.

Hoje eu paro e penso nessa situação e percebo que ela se encaixa perfeitamente com a mensagem de uma frase muito famosa do fundador da Ford, Henry Ford:

Qualidade significa fazer certo quando ninguém está olhando

Abraços pessoal… Qualidade sempre!

Classe, objeto e a filosofia

Vem comigo e dá uma olhada nessa introdução:

Desde Platão e Aristóteles, é habitual em filosofia fazer a distinção entre coisas individuais e suas propriedades e atributos. Podemos distinguir, por exemplo, entre um indivíduo e seu peso, altura, cor do cabelo etc. Mas o que é mais fundamentalmente real: as coisas individuais ou seus atributos? Ou nada disso?

Platão adotou a visão “nada disso”. Ele argumentou que as coisas fundamentalmente reais são aquilo que chamou de “formas”: tipos de coisas ideais, eternas, imutáveis, que existem fora do mundo da experiência. As coisas cotidianas do mundo da experiência têm um grau menor de realidade: são apenas na medida em que “participam” das formas.

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