Classe, objeto e a filosofia

Vem comigo e dá uma olhada nessa introdução:

Desde Platão e Aristóteles, é habitual em filosofia fazer a distinção entre coisas individuais e suas propriedades e atributos. Podemos distinguir, por exemplo, entre um indivíduo e seu peso, altura, cor do cabelo etc. Mas o que é mais fundamentalmente real: as coisas individuais ou seus atributos? Ou nada disso?

Platão adotou a visão “nada disso”. Ele argumentou que as coisas fundamentalmente reais são aquilo que chamou de “formas”: tipos de coisas ideais, eternas, imutáveis, que existem fora do mundo da experiência. As coisas cotidianas do mundo da experiência têm um grau menor de realidade: são apenas na medida em que “participam” das formas.

Tá, e daí? Hehe…

Vamos imaginar que aquilo que Platão chamou de “formas”, seja uma classe com métodos e atributos; classe essa, totalmente estática e apenas com o sentido de fornecer uma “receita de bolo”, “um contrato” para o meu futuro objeto a ser instanciado. Nossa classe, enquanto não utilizada, existe apenas no mundo da não experiência, e que a partir do momento que temos uma instancia dela (um objeto ), temos o que Platão chama de “participar” da forma.

O assunto é complexo e principalmente muito abstrato… E eu achando que orientação a objeto era coisa desse século…

Para dar uma aprofundada maior nessa área da filosofia e quem sabe até encontrar uma relação maior  com a POO, a sugestão é dar uma pesquisada sobre ontologia.

Referencia:

http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136371/

http://publifolha.folha.com.br/catalogo/images/cover-136371-250.jpg

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